A minha história

O ponto de viragem.

A clareza temperada com coragem.

O redescobrir de uma nova vida.

De espírito livre, desde pequena, sempre vivi em um mundo paralelo. Não sentia que enquadrava em parte nenhuma, não tinha aquele sentimento de pertença. O meu mundo não encaixava neste.

Não compreendia por que razão as pessoas viviam presas a tradições, rituais e crenças, que não sabiam explicar para que serviam, nem as levava a parte nenhuma. As suas vidas permaneciam iguais. E elas também. Preceitos sem cabimento? Não, obrigada! Ficava indignada, irritada e começava a resmungar. E muito. Questionava a validade de muita coisa. Mas fruto das circunstâncias, tinha de ser uma “menina bem-comportada e cumpridora dos deveres.” E até certo ponto, funcionou. Principalmente a nível escolar, era aluna de quadro de honra.

Mas o problema começa a enraizar quando entramos na fase adulta. A nossa essência é aniquilada sem dó nem piedade. E nem damos conta disso.

Durante muito tempo, fiquei presa numa vida que não alinhava com a minha visão do mundo, nem representava quem eu era. Apesar da minha resistência, vivia formatada pelas crenças limitantes e por um sistema que me mantinham presa a circunstâncias e pessoas que não me gratificavam ou faziam feliz. Vivenciava momentos de felicidade, mas que, no momento seguinte, se desfaziam rapidamente aos meus pés. Não conseguia experimentar a felicidade, a paz de espírito, a alegria e o entusiasmo, numa base diária nem sentia que contribuía com valor para a vida das pessoas. Vivi durante muito tempo, pensando que era suposto ser assim e que não era possível viver de outra forma. Afinal, quem disse que viver era fácil? Ao longo do tempo, apercebi-me que estava desconectada: as pessoas pareciam-me desinteressantes, chatas e vazias; as coisas e atividades que adorava, já não me interessavam e olhava para elas com desprezo. E a saúde refletia esse estado: anemia; tiróide desregulada; infeções urinárias frequentes; falta de energia constante; oscilações de peso; e o estômago que me pregava partidas e me fazia vomitar só porque sim.

Foi então que entendi que não podia continuar a iludir-me. Estava a ser hipócrita e cobarde, aquilo não era viver. Para além do mais, sempre quis honrar todo o esforço e sacrifício que os meus pais fizeram por mim. E isso, só era possível, se eu desse muito certo na vida.

Ao tomar consciência da dor que infligia à minha própria essência; ao tomar consciência de que não estava a honrar a minha ancestralidade; ao tomar consciência dos anos da minha vida que jamais podia recuperar, fui arrebatada por uma tremenda angústia e desespero: se morresse naquele momento, não quereria morrer assim e não era aquele o legado que queria deixar. Despertou-me uma aflição e uma urgência temporal de fazer o que tinha de ser feito. Tinha de recuperar aquele espírito livre e viver alinhada com a minha jornada.

Mas havia um problema: qual era a minha jornada? Sabia que não queria aquela vida, mas não tinha clareza do que queria, não sabia qual era o meu propósito. Foi a partir dos meus 31 anos que comecei a explorar de forma mais consciente, a minha dimensão interior e foi claro para mim: sempre incentivei as pessoas a não se resignarem ao estado atual das suas circunstâncias, incentivava-as a mudarem o que mais as incomodava. Parecia que ressignificavam alguma faceta delas próprias ou das suas vidas. Tal como um catalisador, incitava-as a resgatar o seu melhor e partir rumo à mudança e progresso. 

E foi em 2022, que decidi seguir a minha verdade: criar a Unloose® na área do Desenvolvimento Pessoal e ajudar pessoas a superarem bloqueios e limitações que impediam a sua jornada e potencial; ajudar pessoas a elevarem o seu nível de merecimento e desejarem mais da vida. Queria ajudar as pessoas a construírem intencionalmente a vida que queriam, em vez de aceitarem simplesmente o que o mundo lhes dava; queria ajudar as pessoas a viverem numa realidade criada por elas, em vez de viverem num mundo construído pelos outros e moldado pelo status quo.

Percebi que a Liberdade, Poder e Prosperidade, são direitos de nascença, e que todos nós, temos o potencial para sermos Criadores de uma vida ilimitada e magnífica.

Não perca o FLOW da Unloose! Faça parte desse movimento!!!

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